Celebrar o Dia das Nações Unidas, que hoje se assinala, é reconhecer a relevância do trabalho de uma organização, com mais de oito décadas de atividade, em prol da paz e da segurança, da defesa dos direitos humanos, do desenvolvimento sustentável e da resolução pacífica dos conflitos internacionais.
É também recordar o desígnio coletivo que o próprio nome desta organização encerra e que deve guiar os Estados nas relações internacionais.
Só com o trabalho conjunto entre as diferentes nações pode ser dada resposta cabal a desafios que nenhum país pode resolver sozinho. Só a cooperação e a solidariedade internacionais permitirão dar resposta aos imensos desafios comuns com que nos deparamos, num mundo cada vez mais instável e imprevisível.
Portugal, universalista por vocação, inicia no próximo mês de janeiro um mandato bienal como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, reafirmando o seu compromisso inabalável com um multilateralismo efetivo, assente no primado do direito internacional, numa ordem internacional baseada em regras e com a ONU no seu centro.