Saltar para o conteúdo (tecla de atalho c)

Presidência da República Portuguesa

Presidência da República Portuguesa

Introdução

O Palácio de Belém é a Residência Oficial do Presidente da República desde a implantação da República em 1910. Com uma história de mais de cinco séculos, foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1967 e elevado a Monumento Nacional em 2007.

Em meados do século XVI, D. Manuel de Portugal, figura da Renascença portuguesa, construiu o núcleo central do edifício em terrenos arrendados aos monges jerónimos.

Em 1726, a propriedade foi comprada por D. João V para quinta de veraneio, permanecendo na posse da família real até 1908. Após o regicídio, D. Manuel II oferece o Palácio de Belém ao Estado, ficando sob a tutela do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que usou o Palácio para acolher hóspedes oficiais estrangeiros em visita a Portugal, até à implantação da República.

MONARQUIA

Utilizada como local de veraneio e como residência principal esporádica, a Quinta de Belém sobreviveu ilesa ao Terramoto de 1755, protegendo D. José e a família real que nela se encontravam. Nos seus viveiros chegou a registar 500 aves exóticas e nas jaulas albergou leões, tigres, leopardos, panteras, ursos e lobos, alguns com crias pequenas. Em 1776 reporta-se ainda a presença de um elefante, cavalos e treze zebras nas cavalariças.

No atual gabinete de Audiências do Presidente da República, nasceu em 1889 o último rei de Portugal.

PRIMEIRA REPÚBLICA

Durante a Primeira República, quase todos os presidentes optaram por residir no Palácio de Belém, no edifício que serve hoje de local de trabalho das Casas Civil e Militar, mediante o pagamento de uma renda mensal que seria abolida em 1928.

DITADURA MILITAR E ESTADO NOVO

Com Óscar Carmona e Américo Tomás, o Palácio de Belém ficou reservado a cerimónias de Estado, receções e reuniões oficiais. Apenas Francisco Craveiro Lopes aqui residiu, entre 1952 e 1958, tendo-se para o efeito recuperado, para residência privada do chefe do Estado, a zona da Arrábida, a ala mais antiga do Palácio e assim apelidada em memória dos frades arrábidos que D. Manuel de Portugal aqui acolhia.

DEMOCRACIA

António Ramalho Eanes foi, até à data, o último presidente a residir no Palácio de Belém. Hoje, a presença do chefe do Estado é sinalizada pelo pavilhão (bandeira) presidencial, hasteado na fachada principal do edifício.

O Palácio Nacional de Belém está aberto a visitas, mediante marcação prévia, através do Museu da Presidência da República.

Galeria

English Version

All the contents of this website can be listen by clicking on this symbol:


This tool also allows you to translate all the contents of this website into English and 17 other languages, including the News area, which is only available in Portuguese.

Translations are provided by Google Translate

Este sítio utiliza cookies apenas para melhorar a funcionalidade e a sua experiência de utilização. Ao navegar neste sítio está a consentir a utilização dos mesmos.
Ocorreu um erro durante o envio da mensagem.
Por favor tente mais tarde.